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Feito para progredir, criado para divertir

O LingoLooper foi o primeiro aplicativo que não pareceu uma obrigação. "É o único que não parece trabalho"

japonês

Adina não é uma aprendiz de idiomas qualquer. Ela é viciada em aplicativos, se descreve como uma aprendiz descontraída e quer que suas ferramentas sejam eficientes, flexíveis e divertidas. Quando ela conheceu o LingoLooper, foi o primeiro aplicativo que não pareceu uma obrigação. "É o único que não parece trabalho", diz ela.

Ela já testou de tudo--Duolingo, Praktika, Talkpal, Pimsleur, até uma mistura personalizada de JapanesePod com livros de gramática. O LingoLooper, segundo ela, é um dos melhores. "Parece algo feito por gente que realmente se importa."

Adina começou a aprender japonês em março e, em poucas semanas, montou uma rotina sob medida em torno do LingoLooper. Ela usa o aplicativo para ganhar confiança, responder mais rápido e ampliar o vocabulário, enquanto trata a gramática em outro lugar. O método dela é cuidadoso e em camadas: o que ela aprende nas ferramentas de gramática, ela aplica e reforça em conversas reais no LingoLooper.

O que realmente funciona para ela é a flexibilidade: loops curtinhos ao longo do dia, conversas naturais e a liberdade de entrar e sair quando quiser. "Eu geralmente faço uma ou duas conversas por vez. Ao longo do dia, consigo encaixar 2, 3, 4 loops. Isso é motivador."

Ela fica especialmente animada com a evolução dos relacionamentos, com salvar vocabulário e com chegar ao topo da liga dentro do aplicativo. Mas o que ela quer a seguir é desafio:

"Seria divertido ter cenários reais--como uma entrevista de emprego para passar, ou perder o passaporte no aeroporto. Algo em que você possa falhar e tentar de novo. Um desafio, uma sensação de conquista."

Adina fica empolgada com a rapidez com que o aplicativo evolui, ainda mais por ser alguém que admira produtos que escutam quem os usa. Ela valoriza a frequência com que a equipe do LingoLooper pede feedback. Mas também pensa com cuidado nos pontos a melhorar:

Ela também propôs um uso brilhante: encenar pessoas específicas da vida dela. Antes de uma viagem ao Japão, ela queria simular conversas com as amigas da irmã e conseguir contar experiências passadas usando o tempo verbal do passado.

"Se a gente pudesse personalizar com quem está falando--tipo treinar como contar uma história ou se preparar para uma situação da vida real--isso daria uma baita vantagem ao aplicativo."

Enquanto outros aplicativos lhe davam uma falsa sensação de progresso ou eram rígidos e cansativos demais, o LingoLooper achou o ponto certo. É divertido, desafiador (quando precisa ser) e está sempre evoluindo. Adina trocou o Pimsleur pelo LingoLooper--e até montou um GPT para extrair vocabulário das transcrições dela para o Anki.

"Existe uma diferença entre quem está tentando passar numa prova de idioma e quem quer se divertir falando. Este aplicativo entende isso."

O feedback dela é detalhado, apaixonado e prático. E ela não está só usando o produto--está ajudando a moldá-lo.

"Eu admiro o caminho que ele está seguindo. A equipe realmente escuta. Isso é raro."

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